quinta-feira, 21 de maio de 2009

Postagem de teste


alguma coisa..

estou testando o sistema de blogger...

papapapa.. novas midias

11 comentários:

  1. Este comentário foi removido pelo autor.

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  2. Senta, eu sei que senta ele senta, o Icaro senta...

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  3. Ei Victor, adiciona logo a galera aí! ¬¬'

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  4. Este comentário foi removido pelo autor.

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  5. Satânico é meu pensamento a teu respeito, e ardente é o meu desejo de apertar-te em minha mão, numa sede de vingança incontestável pelo que me fizeste ontem. A noite era quente e calma, e eu estava em minha cama, quando, sorrateiramente, te aproximaste. Encostaste o teu corpo sem roupa no meu corpo nu, sem o mínimo pudor! Percebendo minha aparente indiferença,aconchegaste-te a mim e mordeste-me sem escrúpulos.
    Até nos mais íntimos lugares. Eu adormeci.
    Hoje quando acordei, procurei-te numa ânsia ardente, mas em vão.
    Deixaste em meu corpo e no lençol provas irrefutáveis do que entre nós ocorreu durante a noite.
    Esta noite recolho-me mais cedo, para na mesma cama, te esperar. Quando chegares, quero te agarrar com avidez e força. Quero te apertar com todas as forças de minhas mãos. Só descansarei quando vir sair o sangue quente do seu corpo.
    Só assim, livrar-me-ei de ti, pernilongo Filho da Puta!!!!

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  6. vamos fazer uma enquete quem sera o comentador anonimo??? será que é apenas uma pessoa??? ou são varias??? mistério!!! hahahahaha!!!

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  7. A última flor - James Thurber
    "A décima segunda Guerra Mundial, como todos sabem, trouxe o colapso da civilização.
    Vilas, aldeias e cidades desapareceram da Terra.
    Todos os jardins e todas as florestas foram destruídas
    E todas as obras de arte.
    Homens, mulheres e crianças tornaram-se inferiores aos animais mais inferiores. Desanimados e desiludidos, os cães abandonaram os donos decaídos.
    Encorajados pela pesarosa condição dos antigos senhores do mundo, os coelhos caíram sobre eles.
    Livros, pinturas e música desapareceram da Terra e os seres humanos ficavam sem fazer nada, olhando no vazio. Anos e anos se passaram.
    Os poucos sobreviventes militares tinham esquecido o que a última guerra havia decidido.
    Os rapazes e as moças apenas se olhavam indiferentemente, pois o amor abandonara a Terra.
    Um dia uma jovem, que nunca havia visto uma flor, encontrou por acaso a última flor que havia no mundo.
    Ela contou aos outros seres humanos que a última flor estava morrendo.
    O único que prestou atenção foi um rapaz que ela encontrou andando por ali.
    Juntos, os dois alimentaram a flor e ela começou a viver novamente.
    Um dia uma abelha visitou a flor. E um colibri.
    E logo havia duas flores, e logo quatro, e logo uma porção de flores.
    Os jardins e florestas cresceram novamente.
    A moça começou a se interessar pela própria aparência.
    O rapaz descobriu o quanto era bom tocar a moça.
    E o amor renasceu para o mundo.
    Os seus filhos cresceram saudáveis e fortes e aprenderam a rir e brincar.
    Os cães retornaram do exílio.
    Colocando uma pedra sobre outra pedra, o jovem descobriu como fazer um abrigo.
    E imediatamente todos começaram a construir abrigos. Vilas, aldeias e cidades surgiram em toda parte. E a Canção voltou para o mundo.
    Surgiram trovadores e malabaristas.
    Alfaiates e sapateiros
    pintores e poetas
    e soldados
    e soldados
    e soldados
    e soldados
    e tenentes e capitães
    e coronéis e generais
    e líderes!
    Algumas pessoas tinham ido viver num lugar, outras em outro. Mas logo as que tinham ido viver na planície desejavam ter ido viver na montanha. E os que tinham escolhido a montanha preferiam a planície.
    Os líderes, sob a inspiração de Deus, puseram fogo ao descontentamento.
    E assim o mundo estava novamente em Guerra.
    Desta vez a destruição foi tão completa que absolutamente nada restou no mundo.
    Exceto um homem
    Uma mulher
    E uma flor."

    Texto extraído do livro "O Homem do Princípio ao Fim" de Millôr Fernandes.

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  8. me linka
    raulblogando.blogspot.com

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